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Terapia Cognitivo-Comportamental

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Terapia Cognitivo-Comportamental
  • Leila Sleiman

Transtorno Mental, transtorna

Quando uma pessoa possui uma deficiência física é nítida a limitação que esse indivíduo pode vir a ter devido a sua condição.

No entanto, a partir do momento em que se fala sobre transtornos mentais é um pouco mais difícil compreender o que acontece. É complexo até mesmo para a pessoa se entender já que, em tese, não é tão tangível assim.

Transtorno, como o próprio nome já diz, é algo que transtorna, que compromete a vida da pessoa. Isso significa que esses transtornos podem acarretar grandes limitações, em casos mais graves eles incapacitam a vida das pessoas nas diversas áreas- social, profissional, acadêmica, lazer, pessoal etc.

Isso não significa dizer que todas as pessoas que possuem transtornos mentais são limitadas, mas que é preciso compreender, é preciso que você que tem um sofrimento psíquico causado por um transtorno compreenda que algumas “peças” estão faltando ou estão com alguma falha.

Então, diante disso, como é possível exigir que você tenha sempre o mesmo desempenho de pessoas que possuem seu organismo 100% funcionando?

É como se o seu aparato biológico não passasse no controle de qualidade, mas isso não quer dizer que ele deve ser descartado ou discriminado, o que não pode ser ignorado é que existe uma deficiência química ou funcional do seu cérebro.

E, a partir disso, pode-se entender os porquês de você ainda agir de uma forma que gera prejuízo, os porquês de, simplesmente, não fazer as coisas como pessoas ''normais'' fazem.

É preciso aprender a identificar e nomear o que acontece com você, não no sentido apenas de se rotular ou de justificar suas falhas e deslizes, mas apenas no intuito de entender que quando o sistema possui uma falha, apenas uma boa intenção não será o suficiente para sanar o problema.

Sim, há um problema, que pode ser identificado, diagnosticado e tratado.

Hoje, você tem condições de compreender o que acontece contigo, os motivos de você pensar, sentir e agir desse modo.

Por isso questione se a cobrança e culpa que você tem depositado em si é, de fato, sua e o quanto seus comportamentos podem ser consequência de um excesso ou de uma falta de algum componente do seu cérebro.

É necessário saber disso, não com objetivo de se rotular, justificar e se conformar, pelo contrário! Para o processo de melhora ser efetivo é preciso aceitar, aceitar que se tem um problema que limita em algum grau e, a partir disso buscar métodos, estratégias e tratamentos que minimizem ao máximo os impactos e comprometimentos que esses transtornos tendem a causar.

É possível ter melhora com tratamentos adequados e para a maioria dos transtornos mentais o tratamento com mais eficácia é a Terapia Cognitivo-Comportamental aliada a medicação psiquiátrica (quando necessário). 

O CETCC é referência nesta abordagem terapêutica conheça mais clicando aqui


Leila Sleiman 

Psicóloga Clínica

Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental

CRP: 06/124906

Instagram: @psicologaleilasleiman/ Fanpage: Psicóloga Leila Sleiman El Kadri/ Youtube: AmpliaMente/ E-mail: le_sleiman@hotmail.com



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Terapia Cognitivo-Comportamental
  • Leila Sleiman

Como estão suas finanças, Psi?

Que a Psicologia não é uma profissão associada a altos ganhos financeiros você já sabe. Talvez você tenha ouvido isso durante toda a sua graduação, mas serei a portadora de boas notícias: é possível ganhar bem sendo psicóloga, aliás, é possível ter ótimos rendimentos independente do que você faz. 

Mesmo com o mercado saturado, mesmo com milhares de pessoas que começaram antes de você, é possível! Para isso, é preciso que você seja um profissional muito bom, ou seja, que você consiga gerar os resultados que seus pacientes procuram.

Por isso, é importante ter uma abordagem que te traga segurança e te auxilie a ter uma visão clara do caso do seu cliente e, principalmente, que te dê o norte e o arsenal de ferramentas para ter mais chances de conduzir o trabalho de modo eficaz.

Tendo a dedicação, disciplina e ética como aliadas, você fica mais apto a ajudar seus clientes a terem sua vida transformada e a remuneração será consequência disso. 

Aliás, como está a sua organização financeira? Vejo muitos psicólogos ansiosos com o início e final do ano, meses que, normalmente, são associados a baixas de atendimentos. 

É preciso de planejar para não se desesperar quando essas datas chegarem, então uma sugestão bacana é você avaliar qual é o seu custo de vida mensal, ou seja, coloque no papel todos os seus custos fixos e variáveis do mês, caso varie muito, levante o custo médio mensal.

Imagine que Mariana uma psicóloga clínica autônoma gasta uma média de R$ 3.000 por mês. Com o ano se encerrando as preocupações com o dinheiro já começam a surgir em sua mente. Diante disso, ela pode usar essa angústia para agir diferente no início desse novo ciclo. 

Ela pode se organizar ao longo do ano para montar um 13 ° salário para não ficar refém desta situação. Então Mariana pode dividir os R$ 3.000 ao longo dos 12 meses do ano, assim, ela obtém o valor mensal de R$ 250,00 que ela precisará guardar todo mês para conseguir ter um salário a mais garantido no final do ano.

Para gerar ainda mais segurança financeira, você pode focar neste ano em montar sua reserva de emergência que consiste, no mínimo, em 6 meses do seu custo de vida num investimento acessível para você recorrer diante de situações emergenciais ou até mesmo oportunidade como um acidente, uma pandemia ou um curso bacana que poderá alavancar a sua carreira. 

No exemplo de Mariana, o montante seria 6 x R$3.000, ou seja, R$ 18.000. Talvez soe muito ousado para você, mas é algo que você precisa estudar, focar e se determinar para guardar.

Embora muitos psicólogos não gostem desse tema, é importante saber que essa é uma forma eficaz de começar a criar uma organização financeira e, realmente, conseguir viver de Psicologia, seja através dos atendimentos clínicos ou através de outras formas, mas essa é uma conversa para outro momento!


Psi, me conte, você se organiza financeiramente? Comente aqui embaixo!

 


Leila Sleiman 

Psicóloga Clínica

Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental

CRP: 06/124906

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  • Eliana Martins

Conheça o Transtorno de Acumulação

Desde pequena, Lúcia era considerada a mais sensível entre suas amigas. Era uma menina empática e colaborativa, por isso escolheu ser Assistente Social. Profissionalmente era uma pessoa muito realizada, mas na sua vida pessoal ela é quem precisava de assistência. 
Em sua casa ela já não recebia amigos. Embora o espaço fosse grande, transitar por ele era inviável. Lúcia não conseguia se desfazer de objetos desnecessários, a desorganização era nítida e pensar em descartar esses itens era uma grande fonte de sofrimento.
Acumular as coisas não era algo recente na vida dela. Esse já tinha sido motivo de muitas brigas no seu núcleo de origem. Seu pai sentia a necessidade de acumular de forma compulsiva objetos e animais. A situação se estendeu por muitos anos, sua mãe não aguentou mais e se divorciou dele.
Lúcia e seu pai sofrem do Transtorno da Acumulação (TA), que é relacionado ao Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC).
O TA foi incluído na 5ª edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), tendo como critérios para diagnostico deste transtorno:

1. Dificuldade persistente de descartar ou de se desfazer de pertences, independente do seu valor real. Essa dificuldade persiste por bastante tempo, não é momentânea. O indivíduo tem dificuldade de jogar, vender, doar ou até mesmo reciclar. Isto acontece porque ele teme perder algo importante, desperdiçar ou até se desfazer de algo que tem um valor sentimental. Os acumuladores podem guardar livros, jornais, roupas velhas, revistas, correspondências ou até itens com valor real.

2. O acumulador sente uma necessidade de guardar os itens e tem sofre se tiver que descartar os objetos. A pessoa guarda os objetos de forma intencional e proposital, pensar em se desfazer deles gera uma angústia muito grande.

3. O ambiente do indivíduo fica comprometido, os objetos ficam acumulados e atrapalham e obstruem as áreas da casa. Em qualquer ambiente utilizado ativamente seja quarto, sala ou cozinha o qual fica congestionado e obstruído com os objetos. Quando as áreas não estão obstruídas, normalmente, é porque algum familiar, autoridade ou funcionário interveio. O acumulador é diferente do colecionador, este costuma organizar de forma sistemática seus itens e não possui prejuízo ou sofrimento devido a isso.

4. A acumulação e a dificuldade de descartar gera sofrimento significativo ou prejuízo em diversas áreas da vida do sujeito como social, profissional, pessoal etc. Quando o paciente possui insight pobre ele pode afirmar não ter sofrimento, porém quando alguém tenta descartar seus pertences, o sofrimento fica evidente.

5. Os sintomas do transtorno de acumulação não são devido a outra condição médica ou outro transtorno mental. 

É importante especificar se o paciente possui:
Aquisição excessiva, ou seja, se o paciente adquire de forma exagerada novos itens desnecessários ou que não tenha espaço para eles, além de ter dificuldade de se desfazer dos seus pertences. 
Insight:
Bom ou razoável, no qual a pessoa reconhece seus pensamentos e comportamentos relacionados à acumulação tem gerado problemas.
Insight pobre: a pessoa crê que seus pensamentos e comportamentos relacionados a sua dificuldade de acumulação não são problemáticos, embora tenha provas que contrariam isso.
Insight ausente/crenças delirantes: o sujeito está convicto de que seus pensamentos e comportamentos relacionados à acumulação não são problemáticos apesar das evidências provarem o contrário.

O indivíduo que sofre de TA pode ser muito indeciso, procrastinador, perfeccionista e possui dificuldade no planejamento e organização de tarefas. A acumulação pode gerar transtornos graves na vida dele, por isso, a terapia é importante para ajudar o paciente a questionar seus pensamentos distorcidos e a reestruturar as suas crenças sobre o perfeccionismo, a organização e acumulação excessiva.

O CETCC possui formações que podem te preparar para atender esses pacientes, conheça clicando aqui 

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Terapia Cognitivo-Comportamental
  • Administrador

Feiura imaginária, conheça o transtorno dismórfico corporal

O Transtorno Dismórfico Corporal é associado aos transtornos obsessivos compulsivos. Antigamente, era chamado de dismorfofobia e consiste num distúrbio em que a pessoa acredita ser feia ou defeituosa, por isso a expressão “feiura imaginária”. Porque quem sofre deste transtorno, possui uma distorção da sua imagem corporal e se percebe como horrível e se envergonha por algumas partes do seu corpo.


Os critérios para diagnosticar alguém com este transtorno, de acordo com o Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), são: 


a) Preocupação com um ou mais defeitos ou falhas percebidas na aparência física. A pessoa pode se sentir feia, esquisita, não atrativa, deformada ou até um monstro. Esses aspectos que a incomodam são muito leves ou, às vezes, nem mesmo são observáveis pelas outras pessoas.

O foco da atenção pode ser em uma ou várias partes do corpo, como: preocupação com a pele (acne, rugas), nariz (formato ou tamanho), pelos (falta ou excesso deles), rosto (formato ou tamanho) olhos, dentes, seios, lábios ou qualquer outra área que pode ser vista como assimétrica ou problemática por algum outro motivo.

Como no transtorno obsessivo-compulsivo, no transtorno dismórfico corporal essas preocupações vêm em tom de obsessões, ou seja, são intrusivas, indesejadas, demandam tempo (uma média de 3 a 8 horas por dia) e são difíceis de controlar.


b) Realização de algum comportamento repetitivo durante o desenvolvimento do transtorno em resposta as preocupações obsessivas. As compulsões podem ser mentais ou visíveis aos olhares dos outros, como: ficar se olhando no espelho, arrumar-se excessivamente, beliscar a pele, comparar sua aparência com a dos demais, fazer exercícios em excesso, procurar procedimentos estéticos etc. As compulsões não geram prazer, levam muito tempo e são difíceis de resistir. 


c) Essas preocupações geram sofrimento ou limitações importantes. Os sintomas causam um sofrimento clinicamente significativo ou prejuízos no desempenho social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do sujeito. 


d) Exclui-se a possibilidade desses pensamentos serem relacionados a um transtorno alimentar. 


Ao ser diagnosticado com transtorno dismórfico corporal, é importante especificar se o sujeito possui dismorfia muscular, isto é, se a pessoa acha que a sua estrutura corporal é insuficientemente musculosa. A predominância maior da dismorfia ocorre em pessoas do sexo masculino. 

Além disso, é importante avaliar o grau de insight relacionado ao transtorno. O insight pode ser bom ou razoável (há o reconhecimento que as crenças não são verdadeiras), pode ser pobre (acredita-se que as crenças são provavelmente verdadeiras) ou um insight ausente (acredita-se totalmente nas crenças geradas pelo transtorno).

O tratamento consiste em Terapia Cognitivo-Comportamental que focará, principalmente na correção das crenças distorcidas, na exposição e prevenção de respostas para ajudar a realizar os enfrentamentos que o paciente evita e reduzir as compulsões que ele faz. Além disso, a medicação receitada pelo psiquiatra contribui para a melhora do quadro.


No CETCC você aprende as técnicas e o raciocínio clínico necessário para tratar esse e outras psicopatologias clique aqui


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