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Terapia Cognitivo-Comportamental
  • Administrador
  • 26/10/2020

Entenda o Transtorno Obsessivo-compulsivo

O TOC é um transtorno caracterizado frequentemente pela presença de obsessões e/ ou compulsões. Em média, a cada 40 ou 50 pessoas, existe uma que é acometida pelo transtorno. Este geralmente tem seu início na adolescência e em alguns casos na infância. Para compreender o que é o TOC é necessário esclarecer o que são as obsessões e as compulsões.

O que são obsessões?

As obsessões são pensamentos, impulsos ou imagens, intrusivos, indesejáveis e recorrentes. Eles causam medo, ansiedade ou desconforto. Essas ideias consomem muito tempo da vida de quem sofre com isso, sendo em atividades simples do dia a dia, nos relacionamentos ou no trabalho ou até em um momento que poderia ser considerados de lazer.

É importante lembrar que a pessoa não quer pensar naquilo, mas o que acontece é que quanto mais a pessoa se esforça para não pensar naquilo, os pensamentos vêm com mais força e frequência. 

Ter obsessões é normal, a maior parte das pessoas têm obsessões, mas só é considerado sintoma de TOC quando elas geram mal-estar e sofrimento significativos ou quando tomam muito tempo e acarretam prejuízos na vida do portador. 

Quais são as obsessões mais frequentes? 

Existem diversos tipos de obsessões, as principais são referentes a:

medo e preocupação de se contaminar;

dúvidas e necessidade de ter certeza;

conteúdo violento/agressivo;

conteúdo sexual;

dúvidas quanto à orientação sexual;

conteúdo religioso ou blasfemo;

pensamentos supersticiosos;

preocupação em manter simetria; 

acumulação de coisas inúteis. 

Com o intuito de lidar com as obsessões que atormentam o indivíduo, muitas vezes, ele tenta ignorar, evitar ou ainda neutralizá-las com algum outro pensamento ou ação ou ainda, mais frequente, realiza as compulsões (rituais). Em alguns casos, as compulsões não são consequência das obsessões, mas são precedidas por “fenômenos sensoriais” que consistem numa tensão, desconforto ou uma sensação de “deveria” que leva a pessoa a fazer alguma compulsão.

O que são as compulsões ou rituais compulsivos do TOC?

 São comportamentos repetitivos ou atos mentais que o sujeito que sofre de TOC se sente forçado a fazer para responder as obsessões. Diferente das obsessões, as compulsões são atos voluntários. São comportamentos claramente exagerados que o indivíduo não consegue resistir.

O alívio temporário que a realização das compulsões traz, é o que as mantêm. Assim, proporcionam a ilusão de que a execução do ritual, de fato, afastou a ameaça. 

Quais são as principais compulsões?

Existe uma grande variedade de compulsões como:

lavagem;

verificação;

repetição;

simetria;

acumulação.

 São frequentes também as compulsões mentais, que não são visíveis aos outros, tal qual:

rezar;

repetir palavras;

repetir frases e/ou números

repassar uma cena.

Verifica-se que muitas compulsões não possuem uma conexão realística com o que pretendem neutralizar ou prevenir. Porém, em razão da ansiedade e do medo gerado pelas obsessões indivíduo opta por realizar o ritual compulsivo, o que gera um alívio momentâneo.

Quais as principais crenças de quem tem TOC?

As crenças mais comuns são relacionadas a superestimar a própria responsabilidade, avaliar o risco de forma exagerada, intolerância à incerteza, supervalorizar a importância e o poder dos pensamentos e perfeccionismo.

Tem-se uma visão distorcida a cerca de si mesmo ou dos fatos. O transtorno gera muitas dúvidas, ansiedade e necessidade de ter certezas.

O sujeito que possui TOC tem um grande prejuízo em sua vida decorrente do transtorno, suas compulsões não são apenas manias, o grau de sofrimento é muito alto e atrapalha as diversas áreas de sua vida.

Quem tem TOC sofre calado por muito tempo, estudos estimam uma média de 6 a 17 anos desde o início dos sintomas até o paciente buscar ajuda. Isso ocorre porque os pacientes podem não saber que possuem esse transtorno, vergonha ou até mesmo por não terem sido diagnosticados.

Este transtorno pode limitar significativamente a vida do sujeito, por isso é importante que os profissionais estejam atentos aos sintomas e a forma de tratamento mais eficaz para estes casos que é a Terapia Cognitivo-Comportamental aliada a medicação (quando necessária).

Conheça a especialização do CETCC que aborda as principais técnicas para o manejo do TOC aqui.


Leila Sleiman 

Psicóloga Clínica

Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental

CRP: 06/124906

Instagram: @psicologaleilasleiman/ Fanpage: Psicóloga Leila Sleiman El Kadri/ Youtube: AmpliaMente/ E-mail: le_sleiman@hotmail.com


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Neuropsicologia
  • Administrador
  • 30/09/2020

Diferenças entre Neuropsicologia e Neuropsicopedagogia

Diferenças entre Neuropsicologia e Neuropsicopedagogia


Lilian Frossard


A aprendizagem tem sido uma área de investigação e intervenção clínica importante nas últimas décadas, especialmente porque, com o entendimento de que todos são capazes de aprender mas nem todos o fazem da mesma maneira, o esforço para incluir todos os sujeitos no universo das oportunidades para aprender vem se dando de modo amplo e irrestrito. 

Sara Pain (1985)  afirma que o processo de aprendizagem se constitui como a mais ampla definição da palavra educação. Diante dessa premissa, saberes como a Pedagogia e a Psicologia ganharam grande espaço, corroborando, cada uma delas com sua especificidade, para a ampliação do olhar sobre as formas de aprender.

Somou-se às ciências já tradicionalmente envolvidas na busca pela compreensão da aprendizagem como processo, uma nova ciência, a Neurociência, trazendo a compreensão de como os processos cerebrais se organizam e se modificam com e no ato de aprender. A partir daí, é possível o surgimento de áreas de atuação que se valem das contribuições e convergências de tais ciências; nasce a Neuropsicopedagogia.  

A área da Educação foi intensamente beneficiada por esse campo de atuação, principalmente quando se evidencia a possibilidade do rastreio das habilidades acadêmicas diante das quais sujeitos precisam ser considerados para exercer seu potencial de aprendizagem no ambiente escolar. A Neuropsicopedagogia vem, portanto, ancorar-se na Pedagogia, na Psicologia Cognitiva e na Neurociência para investigar a relação entre cérebro e aprendizagem humana numa perspectiva de reintegração pessoal, social e escolar (SBNPp, cap. II, art. 10). 

Em suma, a Neuropsicopedagogia tem seu olhar voltado para questões relacionadas à aprendizagem, utilizando-se como recurso de investigação do funcionamento cerebral e seus desdobramentos para o ato de aprender, buscando potencialidades e limitações dos indivíduos e colaborando com sua inclusão no universo educacional. A atuação desses profissionais pode se dar em ambientes clínicos, escolares, hospitalares e acadêmicos. A formação anterior na área da educação favorece a especialidade do Neuropsicopedagogo porém, tem sido comum profissionais clínicos como fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais buscarem tal especialização para complementar sua formação e seu olhar sobre as dificuldades de aprendizagem de seus pacientes. 

O uso de testes não restritos à psicólogos envolve a formação do Neuropsicopedagogo porém, a aplicabilidade tem como foco clínico as dificuldades de aprendizagem e o contexto educacional. 

A Neuropsicologia, por sua vez, teve seu campo de atuação muito fundamentado na relação entre cérebro e comportamento. Carmargo, Bolognani e Zuccolo (Fuentes, 2014)  reconhecem que, os estudos experimentais de Luria a partir de 1966, com pacientes que sofreram lesão cerebral da Segunda Guerra Mundial, proporcionaram o desenvolvimento de métodos de investigação eficazes ao diagnóstico de doenças neurológicas e neuropsiquiátricas e a reabilitação pós cirúrgica desses pacientes. 

A avaliação neuropsicológica ganha outro marco, posteriormente, sustentado pelo avanço tecnológico dos estudos de neuroimagem, podendo então, investigar disfunções cerebrais a partir de marcadores comportamentais, cognitivos e sociais. As funções neuropsicológicas recebem, portanto, atenção especial. 

A investigação diagnóstica e intervenção da Neuropsicologia se dá por diversos motivos, seja para o auxílio diagnóstico que busca diferenciar hipóteses sobre o funcionamento de um sujeito em comparação com sujeitos de seu mesmo grupo etário, nível de escolaridade ou sexo, seja para orientar prognósticos para indivíduos pós cirurgias neurológicas, para orientação de tratamentos e reabilitações ou perícia. 

Por se tratar de uma especialidade que se apoia no funcionamento cognitivo e afetivo-social dos indivíduos, tem sido muito frequente que as especializações em Neuropsicologia sejam realizadas por Psicólogos, que trazem uma bagagem de formação mais robusta do ponto de vista metodológico e clínico sobre os aspectos que embasam a pesquisa e investigação da Neuropsicologia.

A Neuropsicologia busca, na interface entre Neurociência e Psicologia, a partir de modelos neurais e cognitivos muito bem estabelecidos, investigar e propor intervenção às funções neuropsicológicas, como por exemplo, a atenção, a memória, a linguagem, dentre outros. O campo da reabilitação neuropsicológica ainda está em grande expansão, como sustentam Haase (2012) , quando dizem que “há um vasto e ainda pouco explorado campo de reabilitação neuropsicológica. 

Tal domínio tem objetivos de capacitar pacientes e familiares a desenvolver estratégias para conviver, lidar, contornar, reduzir ou superar as deficiências cognitivas resultantes de dano neurológico/neuropsiquiátrico”. O uso de testes restritos à psicólogos é instrumentação primordial para a investigação neuropsicológica, o que torna a graduação em Psicologia uma particularidade para esta especialidade, no âmbito clínico. 

Portanto são duas áreas que, embora contenham como premissas campos de aplicabilidade distintos, possuem uma atuação que dialoga, possibilitando trocas de experiências, união de forças e podem contribuir imensamente para o sucesso, bem estar e avanço na qualidade de vida dos indivíduos que recebem o seu olhar. 


 



Sobre a autora:


Lilian Queiroz Frossard é psicóloga, graduada pela Universidade de Fortaleza (Unifor) e Mestre em Psicologia pela mesma instituição. Pós-graduada em Psicopedagogia pela Universidade Estadual do Ceará (UECE) e em Neuropsicologia pelo Centro de Estudos em Terapia Cognitivo-Comportamental (CETCC). Atuante na área da Psicologia Escolar desde 2001, com experiências em Psicologia Clinica e Docência. Atualmente, coordena o curso de Neuropsicopedagogia do CETCC e atua como Psicóloga Clínica. É, ainda, Orientadora Educacional no Colégio Petrópolis em São Bernardo do Campo – SP. Contatos: (11) 975928408 e lilianqueiroz@cetcc.com


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Terapia Cognitivo-Comportamental
  • Administrador
  • 22/09/2020

Terapeuta, a sua terapia está em dia?

Terapeuta, a sua terapia está em dia?

Leila Sleiman


A intensa demanda de atividades, os inúmeros papeis que você desempenha e o bombardeamento de informações podem fazer você perder de vista a necessidade de cuidar de si. 

A terapia é uma forma de cuidado conosco. A sua ausência pode reverberar sobre a vida daqueles a quem dedicamos nossa atenção e cuidado.

As crenças e esquemas do terapeuta podem afetar o processo psicoterápico. Ao negligenciar isso, você coloca em risco a relação terapeuta-paciente e os resultados do seu trabalho.

Leahy (2001) compilou os principais esquemas dos terapeutas na relação terapêutica, são eles:

- Padrões rigorosos: a pessoa estabelece padrões muito altos. Exige de si a cura de todos os seus pacientes. Tem expectativas em relação aos pacientes apresentarem resultados excelentes.

- Pessoa especial, superior: o terapeuta espera que os pacientes reconheçam tudo o que ele faz. Cobra de si mesmo não se aborrecer na terapia.

- Sensibilidade à rejeição: não aborda questões desconfortáveis para o paciente, pois acredita que conflitos são perturbadores.

- Abandono: acredita que os pacientes podem se chatear a abandoná-lo. Incomoda-se muito se os pacientes param a terapia. Pensa que ficará sem pacientes.

- Autonomia: sente-se controlado pelo paciente, o qual estaria limitando a atuação do terapeuta. Este se exige de conseguir fazer aquilo que deseja.

- Controle: tem a necessidade de controlar as pessoas e seu ambiente.

- Julgador: parte do princípio de que algumas pessoas são más. Pensa que quando alguém erra deve ser punido.

- Acusação: constantemente se sente acusado e provocado. Tem dificuldade de confiar nos outros.

- Necessidade de aprovação: espera que o paciente goste dele.

- Necessidade de gostar dos outros: exige de si mesmo que goste de todos os pacientes, se isso não ocorre se cobra.

- Afastamento: busca reter os pensamentos e sentimentos do paciente. Sente que se afasta emocionalmente do cliente na sessão.

- Impotência: questiona a sua competência. Sente que não sabe fazer nada. Eventualmente, sente vontade de desistir.

- Inibição dos objetivos: pensa que o paciente está o atrapalhando de alcançar seus objetivos. Sente está perdendo tempo.

- Autossacrifício: prioriza as necessidades do paciente em detrimento das suas próprias. Cobra-se de fazer seus clientes se sentirem melhor e se esforça excessivamente para isso.

- Inibição emocional: se sente frustrado por não poder ser ele mesmo e demonstrar seus sentimentos na sessão.

Essas são algumas formas que as emoções e crenças do psicólogo podem aparecer e impactar na terapia. Por isso, é importante que você compreenda que, muitas vezes, será necessário se permitir passar por um processo de terapia para reconhecer e reestruturar seus esquemas disfuncionais.

Além disso, o processo de terapia para o psicólogo pode ser muito valioso, pois reforça, cada vez mais, aquilo que, ao final, somos: humanos.

Gostou desse texto? 

Envie para algum colega que precisa ler isso! 

LEAHY, R. L. (2001). Overcoming resistance in cognitive therapy IN Leahy, R. L., Terapia do Esquema Emocional: Manual para o Terapeuta. Porto Alegre: Artmed, 2016.


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Terapia Cognitivo-Comportamental
  • Administrador
  • 09/09/2020

Conheça o Transtorno da Personalidade Narcisista

Pessoas que tem a necessidade de serem admiradas, são invejosas, arrogantes e pouco empáticas. Essas são apenas algumas das características desse transtorno que surge no início da vida adulta e se reflete nas diversas áreas da vida dos narcisistas.

O transtorno da personalidade narcisista consiste em um padrão de grandiosidade, necessidade de admiração e falta de empatia. 

O sujeito tem uma sensação grandiosa da sua própria importância. Ele vê de forma exagerada suas capacidades, conquistas e habilidades. Acredita que os outros o veem desta forma também. Costuma ser arrogante, subestima as conquistas alheias e espera ser reconhecido como superior pelos outros.

Ele se compara favoravelmente a pessoas famosas ou privilegiadas e tem uma preocupação com fantasias de sucesso ilimitado, poder, beleza ou amor ideal. 

O narcisista crê ser alguém superior, especial, único e espera ser reconhecido desta forma. Acredita que apenas indivíduos com condição superior ou especiais irão entendê-lo, sente que suas necessidades são especiais e buscam se associar a instituições que consideram perfeitas e especiais e realça sua autoestima com base nisso também. Busca ser atendido por profissionais de destaque nos mais diversos setores como beleza, saúde, finanças, jurídico etc.

A pessoa que tem este transtorno tem uma autoestima baixa e frágil. Ela tem a necessidade exagerada de admiração e atenção. Preocupa-se sobre como os outros a enxergam, busca elogios de forma sedutora e espera ser recebida nos locais com comemoração.

Devido ao sujeito acreditar que tem direitos, ele cria expectativas exageradas e irracionais, espera ser tratado de forma especial com deferência e caso isso não ocorra fica nervoso e impressionado. Como ele sente que tem mais direitos, acaba agindo se forma aproveitadora nas suas relações, se aproveita dos demais para alcançar seus objetivos. Estes devem ser concretizados ainda que custe muito a alguém. Acaba sendo aproveitador, suas relações acontecem com o propósito de ser beneficiado em algo ou para alimentar sua autoestima inflada.

Uma característica importante é a falta de empatia. Quem tem este transtorno tem dificuldade de reconhecer necessidades, desejos, sentimentos e experiências dos outros. Então fala excessivamente sobre si mesmo, é impaciente e frio em relação as questões dos outros, costuma minimizá-las e as enxerga como sinal fraqueza.

Inclusive, menospreza as contribuições dos outros, sente inveja e acredita ser invejado pelos outros e, frequentemente, age de forma arrogante e desrespeitosa com os demais.

O sujeito possui uma autoestima vulnerável diante de críticas, as quais fazem ele se sentir humilhado e então ele reage de forma hostil. É alguém que possui a crença de merecer privilégios, que tem uma excessiva necessidade de admiração e pouco sensível as questões alheias. 

Em relação as suas crenças, o narcisista tem crenças centrais relacionadas a ideia de que ele é superior, merecedor e perfeito. As crenças em relação aos demais são de que esses o admiram, são inferiores e insignificantes. Em razão disso, tem crenças intermediárias de que é especial então merece regras especiais e que deve. ter o melhor.

Por fim, o indivíduo que tem o Transtorno da Personalidade Narcisista é alguém que se enaltece, se considera acima dos outros e procuram a glória de qualquer forma.

A terapia ajuda a pessoa a reestruturar suas crenças distorcidas, perceber seu modo disfuncional de enfrentamento, desenvolver habilidades de afeto, aumentar a tolerância a frustração e melhorar o respeito e empatia pelos outros. 

A especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental no CETCC auxilia no manejo deste e outros transtornos.


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