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Terapia Cognitivo-Comportamental
  • Eliana Martins
  • 04/08/2020

Parabéns a você

Até agora, pelo menos um terço das pessoas passou seu aniversário sem poder receber o carinho dos parentes e amigos. Sentir de perto aquela energia boa da reunião com comidinhas e bebidinhas, conversas animadas e, mesmo que ache meio ridículo, sem ouvir todos cantando “Parabéns a Você” especiais. Sem festa.

Ok, foram abraços virtuais, lembranças e cumprimentos de muita gente nas redes sociais. Até de gente meio esquecida ou até de amigos de amigos quase desconhecidos.  Houve a live com os mais próximos. Mas será que isso é suficiente para abastecer nossas carências de carinho, de palavras amigas? Vai nos dar a força para enfrentar dias de isolamento ou de cuidados a cada momento na rua? 

Outras datas passaram e passarão com menos encontros, menos carinhos, menos afeição. Dia dos namorados, das mães, dos pais. E quando chegar o Natal? Como será? Que graça terá o amigo secreto da família pela tela do notebook ou smartphone? E para aqueles que já ficam melancólicos nesta data, o que fazer para superar um sofrimento crescente?

As sensações são várias. Medo, tristeza, desamparo, tédio, raiva. Este coquetel temperado pelo estresse será distribuído de várias maneiras nos mais variados casos. Já começam a circular artigos de psicólogos e outros especialistas no comportamento humano chamando a atenção para prejuízos intensos para a saúde mental da população, praticamente uma outra epidemia. Novos casos e pioras nos quadros já existentes de uma variada coleção de transtornos.

Você já chegou a identificar algumas destas manifestações exacerbadas em si mesmo? Já se autoanalisou e chegou nas razões, nos formatos e na forma de enfrentar? 

A pergunta vale muito porque você precisa estar forte psicologicamente porque os casos vão aumentar, ficar mais intensos. E em muitos casos será fatal a identificação com dramas e ansiedades de pacientes e isso pode ativar crenças indesejadas e que podem atrapalhar sua atuação.

Quem tem domínio das ferramentas de Terapia Cognitivo Comportamental   terá possibilidades de fazer a identificação e enfrentamento destas crenças, seja em auto análise, seja em supervisão. Mesmo assim, é sempre bom se manter atualizado lendo artigos, assistindo debates e acompanhando profissionais que você respeite. Para quem tem curiosidade, mas não teve maior contato com a TCC, a oportunidade é agora. 

É bom saber que TCC é no CETCC – Centro de Estudos de Terapia Cognitivo Comportamental – com quase vinte anos de atuação e milhares de profissionais formados.   Aproveite o tempo para fazer algum dos cursos ou apenas entrando no site e conhecendo mais sobre esta abordagem que vez mais se tornando a primeira indicação médica, com muita solicitação na área empresarial e como preferência em planos de saúde.

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Terapia Cognitivo-Comportamental
  • Administrador
  • 04/08/2020

Dia dos pais, dia dos avós... como estão nossos idosos?

Já está na hora de fazer um balanço dos efeitos da Covid 19 na vida da sua família? Que efeitos é possível perceber como mais presentes e que talvez sejam permanentes ou durem muito tempo? Preste atenção nos seus novos hábitos e comportamentos. O que é possível constatar?

Há algumas realidades que já ficaram claras, mundo afora, como a dificuldade de muitos casais em se adaptar a um cotidiano com tantas horas a mais de convívio e com tantas novas decisões a serem tomadas sobre ações simples do cotidiano como onde e como se alimentar, que necessidades são realmente básicas para justificar uma saída e quais são apenas a natural vontade de colocar o nariz para fora de casa.

A relação com os mais velhos, com certeza sai modificada e de uma maneira que pode  se dolorosa para muitos deles. A sensação de solidão e abandono quando os filhos e parentes se afastam por conta da pandemia. Quando fica difícil para quem está isolado perceber que aquela ausência é também um ato de carinho e cuidado.

A sequência das semanas de isolamento leva a questionamentos sobre se realmente estamos fazendo o melhor para os nossos velhos queridos quando deixamos de visitá-los, de levar aquele abraço afetuoso. Equilíbrios tênues de relações, construídos com paciência e muita conversa podem ser abalados. Decisões anteriores de afastamentoou internação podem voltar à pauta doméstica, ressuscitando momentos difíceis.

São momentos naturais da vida aqueles em que o casal discute sobre como deverá ser o futuro de algum dos pais deles, que já não estão ativos ou que estão debilitados ou incapacitados. São novos momentos de queixas e justificativas, de enfrentamento de males que só se tornam cada vez mais debilitantes

Claro que há um outro lado de idosos cada vez mais joviais, que vão viver novos momentos de vida depois de longas relações e que podem trazer constrangimentos nas reuniões de família, acréscimo de novos parentes por afinidade e disputas por atenção, ou mesmo questões materiais.

Mesmo que na sua vida familiar, nada disso tenha acontecido, você precisa estar alinhado com os debates sobre as formas de lidar com questões familiares com idosos em escala muito ampliada.

Abordagens para os cuidados com os problemas com idosos são algumas das especificidades que tornam tão rica a aplicação de Terapia Cognitivo-Comportamental para uma grande lista de transtornos.

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Terapia Cognitivo-Comportamental
  • Eliana Martins
  • 07/07/2020

Professora Eliana Melcher Martins:

Nessa entrevista, a professor Eliana Melcher Martins fala sobre sua experiencia com a TCC e como foi conhecer o criador, Aaron Beck.

- A TCC é uma contraposição à psicanálise, ou seja, outra maneira completamente diferente de lidar com a cabeça humana?

Prof. Eliana:  Sim. É uma outra forma, porque na psicanálise a ênfase maior é o tratamento através do entendimento do inconsciente. As pessoas têm um inconsciente que determina o que elas fazem, a forma como veem o mundo. É uma questão mais filosófica. Na TCC não. Na TCC temos uma forma de ver a personalidade da pessoa, assim como ela entende o mundo. Existe uma característica que é física, genética e existe uma característica mais social, biopsicossocial, que ela adquire com a convivência, com as experiências do mundo. Através desses dois elementos ela vai construindo crenças: a respeito de si, a respeito do mundo, a respeito do futuro. Sua vida é dirigida pelos pensamentos que ela tem a respeito das coisas que vivencia. Então ela pode vivenciar um mundo cruel, um mundo que a prejudica, pessoas que não vão gostar dela porque é uma pessoa diferente das outras, ou que não tem capacidade. Ela vai criando essas ideias.

- E como a TCC intervém?

Prof. Eliana: A TCC vai trabalhar exatamente na modificação das ideias errôneas que a pessoa tem sobre si mesma e sobre o mundo, falando bem brevemente. Tem uma metodologia de tratamento, você tem um caminho a seguir. É obvio que o ser humano é singular. Cada pessoa tem a sua própria vivência, tem as suas próprias crenças, isso tudo a gente leva em consideração. Mas existe uma forma de você trabalhar, existe um plano de tratamento. Isso que diferencia a TCC de outras abordagens humanistas, psicanalíticas ou psicodinâmicas.  Existe uma identificação do problema, pode ser um problema simplesmente de uma visão destorcida do mundo ou das outras pessoas mas podem ser também problemas psiquiátricos como a depressão, transtorno de ansiedade, mesmo transtornos de personalidade. As pessoas trazem um conjunto de coisas que a gente precisa desvendar e a gente tem formas de trabalhar com tudo isso.

- É possível dizer que a TCC é uma evolução do tratamento psicológico, considerando que a psicanalise tem mais de 100 anos e vários outros tipos de terapias fora se estabelecendo?

Prof. Eliana:  - Ela é um avanço dentro de uma linha mais comportamental, behaviorista. Se você for considerar a psicologia em geral, há as teorias psicodinâmicas, construtivistas e vamos dizer assim, mais filosóficas, e há a TCC. Ela vem de uma linha mais prática, ela vem na evolução das terapias comportamentais. Ela é uma evolução e continua evoluindo. A TCC vem das terapias comportamentais, mas aí os pesquisadores viram que existiam as também variáveis de cognição, de pensamentos dentro desse comportamento e que faziam uma grande diferença. Por isso hoje trabalhamos também muito com as emoções através de terapias de terceira onda.

- E quais são elas?

Prof. Eliana:  A psicologia positiva que trabalha mais a questão positiva das pessoas, a aceitação e compromisso;  a terapia de compaixão,  a terapia do esquema também. Todas vem numa evolução  da TCC.  Porque nós trabalhamos num conjunto da pessoa tanto na forma como ela pensa, como na forma como ela se sente. Então o trabalho dessas outras terapias dá maior ênfase às emoções. É uma evolução.

- E a origem foi a preocupação de tornar as terapias como métodos científicos, não?

Prof. Eliana:  Exatamente. Sempre foi uma preocupação de Aaron Beck, porque ele era psicanalista e sempre foi uma preocupação dele transformar a psicanálise em ciência, uma ciência para todos. E ele não conseguia fazer isso porque não existia essa plasticidade que a ciência exige de uma teoria. Foi aí que ele percebeu que poderia ir por esse caminho e poderia transformar a TCC numa ciência. E conseguiu através de todo esse trabalho científico que agora está disponível para todo mundo.

-  Aaron Beck está vivo até hoje. Como foi conhecer pessoalmente o “guru”, o criador da linha que um profissional adota?

Prof. Eliana:  É muito emocionante, a gente perde a voz, porque realmente ele é uma figura extraordinária. É um gênio, é um cientista, que ainda, aos 98 anos, está estudando. Ele admite que as pessoas estudem com ele. É  óbvio que ele não está muito mais à frente do Instituto Beck, quem agora está à frente é a Judith, a filha dele, mas é uma figura extraordinária. Ele vem, conversa com faz os cursos. Ele veio em todos os cursos que eu fiz lá. Ele até faz um exercício de Terapia cognitivo- comportamental com quem quer fazer. Eu nunca me atrevo porque é muita emoção. Ele já está velhinho, mas ele tem uma cabeça impressionante. Muito simples, se ele sabe ele diz que sabe, se ele não sabe, ele também diz que não sabe, tudo bem. É uma pessoa maravilhosa, muito espontâneo. 

- E ele, como criador de uma linha, admite essas evoluções? 

Prof. Eliana:  Ele não só admite como ajuda a evoluir. Até porque no começo ele tinha um pensamento, digamos, mais linear. Que seria o pensamento que provoca uma emoção, que provoca um comportamento. Hoje ele já fala de um modelo biopsicossocial, ele fala das escolhas das pessoas. Juntando tudo isso, ele criou uma nova forma também de ver essa questão do modelo cognitivo. Ele permite, ele estuda, ele ajuda os outros autores a desenvolverem as linhas deles, diferentemente de Freud que rechaçou todos os seguidores, todos aqueles que quiseram ir contra ele.


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Terapia Cognitivo-Comportamental
  • Leila Sleiman
  • 07/07/2020

Psicólogo(a), um recado para você

Uma graduação de 5 anos, estágios em diferentes áreas, incontáveis relatórios, leituras que atravessam noites e discussões de casos até pelos corredores: assim é a formação básica de um psicólogo!

Você aprende sobre as mais variadas abordagens teóricas, vai desvendando os transtornos e aprendendo sobre a riqueza da mente humana. Isso deveria ser o suficiente para você sair segura da faculdade, não é mesmo? 

Bom...talvez, mas não é o que se percebe na realidade. Na prática vemos colegas inseguras com sua atuação profissional, sentem-se despreparadas, como se não pudessem lidar e intervir nos casos.

Por isso, mergulham, novamente, nos estudos e vão se distanciando daquilo que é tão necessário quanto para aprenderem: a atuação prática!

Para qualquer pessoa que lida com o ser humano estar em constante estudo é essencial, no entanto, é preciso cuidar para não cair na ilusão de que em algum momento você estará totalmente pronta. Não, infelizmente, isso não irá ocorrer, considerando que, sempre você poderá assimilar algo novo, absorver outros aprendizados e se surpreender com algo não pensado anteriormente.

Colega, eu sei o medo que você sente, seja você que saiu da graduação agora ou você que está há mais tempo graduada. Formar-se e conduzir um caso é uma tarefa que exige responsabilidade e, nesse momento, seus pensamentos automáticos vão pipocar: “e se eu não conseguir ajudar?”, “e se for uma demanda que eu não entendo o suficiente” ou ainda “eu não está pronta para isso”, e então suas crenças podem se ativar.

Você questiona sua capacidade, competência e maturidade. A insegurança toma conta e ansiedade insiste em te acompanhar, o que te afasta ainda mais da ideia de praticar.

Mas, se há algo que a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) nos prova é que para perder esse medo você precisa ressignificar, tentar e ousar. A TCC mostra que o caminho para reduzir o medo é se expondo, se você não se sente preparada, é importante sim, pesquisar, se atentar e se atualizar, porém, se aprofundar nos estudos é algo que precisa ocorrer em paralelo a prática, a verdade é que você não terá “o momento” ideal. 

O momento de começar é agora, você já foi aprovada nos requisitos necessários para se formar, você atingiu as médias e foi declarada apta a psicóloga se intitular. 

A insegurança pode ser resultante das suas crenças, mas estas podem estar distorcidas. Desta forma, você pode estar se privando de atender devido a ideias que nem são absolutamente verdadeiras. 

É normal ficar com medo, é normal se questionar, é normal em algum momento duvidar. Tudo isso faz parte, inclusive, por isso é muito recomendado que você também faça a sua terapia pessoal, além disso, uma supervisão clínica.

Uma das técnicas mais utilizadas na TCC é a de resolução de problemas, colega psicóloga, use essa ferramenta para que ela te auxilie a começar, e assim, resolver eventuais problemas que surgirão.

Não domina a queixa? Pesquise sobre. Você não conhece ferramentas suficientes? Procure grupos de estudo. O paciente ativa suas crenças? Identifique-as e tente corrigi-las, afinal, a TCC estabelece a ideia de você também se tornar seu auto terapeuta. Sua formação foi precária? Busque instituições de referência.

E, se, ainda assim, focar nessas estratégias não for suficiente, procure ajude de um colega para que você realize a sua terapia e supervisão. Percebe? A prática clínica já pressupõe o suporte de um profissional mais experiente. Você não precisa lidar com esses receios sozinha. Alguém pode trilhar essa jornada contigo, para que você consiga auxiliar a conduzir outras jornadas!

O CETCC me ajudou na minha! Deixe-o te ajudar na sua trajetória também.

Gostou desse conteúdo? Deixe seu comentário aqui embaixo para eu ler! 

Leila Sleiman 

Psicóloga Clínica

Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental

CRP: 06/124906

Instagram: @psicologaleilasleiman/ Fanpage: Psicóloga Leila Sleiman El Kadri/ Youtube: AmpliaMente/ E-mail: le_sleiman@hotmail.com


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